Foi ele, Rubem Alves quem me ensinou que a palavra tem alma!
Para sempre vou amar os seus escritos.
" A vida não pode ser economizada para amanhã.
Acontece sempre no presente" .
" É fácil trocar palavras.
Difícil é interpretar os silêncios."
" É fácil caminhar lado a lado.
Difícil é saber como se encontrar."
" É fácil beijar o rosto.
Difícil é chegar ao coração".
" A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento
de uma grande metamorfose."
" Eu sou muitos".
" Talvez eu seja um pouco de tudo que já li. Um pouco de tudo que meu olhar já aprendeu do mundo. Um pouco das belas músicas. Um pouco daqueles que me são queridos. Um pouco de múltiplos sentimentos e algumas fraquezas. Talvez eu seja um pouco do que você deixou em mim, mas em essência, o muito da minha essência, é algo delicado e misterioso".
" O que se encontra no início?
O jardim ou o jardineiro?
É o jardineiro.
Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mais cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo os sonhos estão cheios de jardins. O que faz um jardim são os sonhos do jardineiro".
Minha homenagem a Rubem Alves, que não escrevia, amava a palavra!
Na diversidade do cotidiano, na simplicidade do ser humano, nas suas próprias profundezas, encontrava as palavras certas e as jogava ao vento, leves e soltas permeando suas inquietações e seus sossegos. E, as palavras flutuavam, deslizavam, caiam e no fim pairavam nos corações de quem as saboreava. E, assim, continuarão!
À demain. Au revoir.
Para sempre vou amar os seus escritos.
" A vida não pode ser economizada para amanhã.
Acontece sempre no presente" .
" É fácil trocar palavras.
Difícil é interpretar os silêncios."
" É fácil caminhar lado a lado.
Difícil é saber como se encontrar."
" É fácil beijar o rosto.
Difícil é chegar ao coração".
" A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento
de uma grande metamorfose."
" Eu sou muitos".
" Talvez eu seja um pouco de tudo que já li. Um pouco de tudo que meu olhar já aprendeu do mundo. Um pouco das belas músicas. Um pouco daqueles que me são queridos. Um pouco de múltiplos sentimentos e algumas fraquezas. Talvez eu seja um pouco do que você deixou em mim, mas em essência, o muito da minha essência, é algo delicado e misterioso".
" O que se encontra no início?
O jardim ou o jardineiro?
É o jardineiro.
Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mais cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo os sonhos estão cheios de jardins. O que faz um jardim são os sonhos do jardineiro".
Minha homenagem a Rubem Alves, que não escrevia, amava a palavra!
Na diversidade do cotidiano, na simplicidade do ser humano, nas suas próprias profundezas, encontrava as palavras certas e as jogava ao vento, leves e soltas permeando suas inquietações e seus sossegos. E, as palavras flutuavam, deslizavam, caiam e no fim pairavam nos corações de quem as saboreava. E, assim, continuarão!
À demain. Au revoir.