Hoje, o domingo mereceu um passeio ao mercado. Um dia lindo de sol para se estar ao ar livre.
Le Marché aux Puces de Saint-Ouen ( Mercado de Pulgas)
( Metrô linhas 4 ou 13)
Não dá para expressar como é. Precisa ir lá e sentir de perto. Um mundo cheio de "ontens".
Cada cantinho, um pouco da história de alguém. Na roupa usada, no sofá gasto porém elegantérrimo, nas louças que serviram muitos jantares, nos cristais transparentes e coloridos, nos postais preto e branco, artigos musicais, tapetes.... São 12 mercados em um só lugar. Impossível ver tudo em um só dia. Mas, dá pra sentir a atmosfera da preservação e valorização de pertences de outra época. Para quem gosta de antiquários e brechós, como eu, o lugar é para se perder no tempo e na beleza!
Impressiona a organização de todas as miudezas. Tudo em caixinhas!
E, a delicadeza com que as pessoas escolhem cada pecinha...botão, ganchinho...frufru...rendas ...
Não é para se apaixonar?!
Imagine esse conjunto na sua cozinha. Combinaria?
São milhares de postais, recortes de jornais, revistas, selos...
E, essa bicicleta. Ainda dá pra dar a volta ao mundo com ela!
Na área artística e musical do Marché encontra-se de tudo.
Um quandro chamou a minha atenção...esse abaixo, Welcome to Paradise:
- S´il vous plaît, madame...combien ça coûte?" ( quanto custa?)
- 1.300 €
- hummmm...merci! Silêncio!
Peguei minha lambreta e saí voando!!!!!
Pausa para um descanso!
Sentar no Restaurante Chez Louisette (130, Avenue Michelet) foi uma inesperada surpresa.
Além de ser muito bem servida, em pleno final da tarde, ouvi Edith Piaf, ao vivo,
para encerrar o domingo em grande estilo.
" O estilo nem por sombra corresponde a um simples culto da forma.
Mas, muito longe disso, a uma particular concepção da arte e, mais em geral,
a uma particular concepção da vida". Tolstoi
Dedico esta postagem a todos que amam o belo e a história das coisas que ficam na história.
Especialmente aos designers de interiores Lygia Sievert e Francisco Macedo Bohn ( Balneário Camboriú-SC-Brasil), que me ensinaram a admirar, ainda mais, as sutilezas de uma peça antiga e o seu valor emocional. Merci!
Au revoir
Le Marché aux Puces de Saint-Ouen ( Mercado de Pulgas)
( Metrô linhas 4 ou 13)
Não dá para expressar como é. Precisa ir lá e sentir de perto. Um mundo cheio de "ontens".
Cada cantinho, um pouco da história de alguém. Na roupa usada, no sofá gasto porém elegantérrimo, nas louças que serviram muitos jantares, nos cristais transparentes e coloridos, nos postais preto e branco, artigos musicais, tapetes.... São 12 mercados em um só lugar. Impossível ver tudo em um só dia. Mas, dá pra sentir a atmosfera da preservação e valorização de pertences de outra época. Para quem gosta de antiquários e brechós, como eu, o lugar é para se perder no tempo e na beleza!
Impressiona a organização de todas as miudezas. Tudo em caixinhas!
E, a delicadeza com que as pessoas escolhem cada pecinha...botão, ganchinho...frufru...rendas ...
Não é para se apaixonar?!
Imagine esse conjunto na sua cozinha. Combinaria?
São milhares de postais, recortes de jornais, revistas, selos...
E, essa bicicleta. Ainda dá pra dar a volta ao mundo com ela!
Na área artística e musical do Marché encontra-se de tudo.
Um quandro chamou a minha atenção...esse abaixo, Welcome to Paradise:
- S´il vous plaît, madame...combien ça coûte?" ( quanto custa?)
- 1.300 €
- hummmm...merci! Silêncio!
Peguei minha lambreta e saí voando!!!!!
Pausa para um descanso!
Sentar no Restaurante Chez Louisette (130, Avenue Michelet) foi uma inesperada surpresa.
Além de ser muito bem servida, em pleno final da tarde, ouvi Edith Piaf, ao vivo,
para encerrar o domingo em grande estilo.
" O estilo nem por sombra corresponde a um simples culto da forma.
Mas, muito longe disso, a uma particular concepção da arte e, mais em geral,
a uma particular concepção da vida". Tolstoi
Dedico esta postagem a todos que amam o belo e a história das coisas que ficam na história.
Especialmente aos designers de interiores Lygia Sievert e Francisco Macedo Bohn ( Balneário Camboriú-SC-Brasil), que me ensinaram a admirar, ainda mais, as sutilezas de uma peça antiga e o seu valor emocional. Merci!
Au revoir