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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Frida Kahlo-Conexões entre mulheres surrealistas no México

Mulher de fibra, mexicana, revolucionária, grande questionadora e muitas cores em seu mundo inconsciente. Essa foi a leitura que pode ser feita ao visitar as obras originais incríveis de Frida Kahlo ( e outras mulheres) que estão expostas no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.



A exposição ( 27 set-10 jan.2016) está maravilhosa.
É capaz de nos transpor no tempo com tantos detalhes.



O tema central é a Mulher. Sob o olhar individual das artistas, o acervo vai se revelando nas interpretações. O simbólico, característica principal do surrealismo, faz com que o tempo fique curto ao tentar decifrar os códigos de cada obra.



 Freud, pai da psicanálise, foi o grande mentor e inspirador dessa coleção de arte, podendo-se dizer que de forma indireta. Através do inconsciente coletivo, teoria de Sigmund Freud,  foram surgindo artistas e obras fantásticas na época do surrealismo e que causaram muito desconforto aos mais tradicionais.


 
Magdalena Carmen Frieda Kahlo y Calderón ( Frida Kahlo) nasceu em 1907 na cidade do México. Com seis anos, Frida contraiu poliomielite, a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofreu ao longo da vida. A poliomielite deixou uma lesão no seu pé direito, pelo que ganhou o apelido de Frida pata de palo ( ou seja Frida perna de pau). Passou a usar calças, depois longas e exóticas saias, que se tornaram uma de suas marcas pessoais. Em 1928, entrou no Partido comunista mexicano e conheceu o muralista ( um dos mais famosos pintores mexicanos)
 Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. ( Enciclopédia livre)
 


" Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense numa forma de emprega-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente." - Sigmund Freud


                                                                                Até mais!