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sábado, 15 de dezembro de 2012

Um Natal longe do ninho

                         Na noite de Natal o que mais queremos é reunir a família, deliciar-se com uma bela ceia, apreciar a casa toda enfeitada, brindar com um bom espumante e manter a tradição.


                                                                    Eu amo o Natal.

                                        Tenho recordações lindas dessa época, de quando era criança.
                          Tudo muito simples, mas certos rituais eram preservados e repetidos por meus pais,  a cada ano. Depois de ter os meus filhos, continuei  fazendo a noite de Natal  em minha casa, com tudo decorado, o famoso strognoff (era só o que eu sabia fazer) e com todas as tradições de família. E, assim se repetiu por vários anos.

                Até o dia em que eles não estavam mais tão perto e foram morar longe, muito longe!
                                                      O que fazer na noite de Natal?

                                           
                                          Fazer a mala, pegar um avião e ir atrás deles!
                                                                      Assim fiz.

Cheguei em Sydney no dia 23 de dezembro (2009), naquele primeiro Natal que minha filha Gabriela estava morando na Austrália. Ela dividia a casa com outros estudantes, que carinhosamente me receberam e cederam um lugar pra eu ficar com ela. Juntos fizemos um Natal diferente. E, muito especial. Preparei uma comidinha, enfeitamos a mesa no melhor estilo natalino estudantil e o Natal foi uma linda confraternização.
                                                                                                

Então, eu percebi que o maior valor da comemoração do Natal é estar com quem a gente ama.
Nem estamos muito ligados se a decoração está perfeita, se o jantar é requintado ou se a tradição dos detalhes aconteceu. O que queremos mesmo é abraçar o outro e dizer: Feliz Natal.

                                                                           
          O que importa é a  união que faz feliz corações que estão longe de seus familiares.
Gabriela, com seu jeitinho carinhoso e agregador reuniu seus novos amigos em torno de uma atmosfera verdadeiramente natalina. Estávamos em aproximadamente dez pessoas. E, ainda recebi de presente a chegada de meu filho Gustavo que passava por ali a trabalho.
         Cada um que chegava perto de mim dizia: " hoje és a mãe emprestada de todos nós".  
                             Simbolizei  a mãe de cada um deles, naquele Natal.
                                                  Que presentão, não é?


                                   Simplicidade, amor e muita alegria em um Natal longe do ninho.

                                              
         No sabor inesquecível de uma ceia de Natal  improvisada, nada tradicional, fui muito feliz!
                                                                                        
                            
           
  Nas ruas, australianos festejavam o Natal entre amigos. Achava muito interessante como eles se caracterizam no dia 25. Eles usam os mais variados acessórios natalinos: gorros, pantufas, camisetas vermelhas, aventais...tudo para lembrar que papai Noel existe para todos.

                                 Tradição ou informalidade.
                                           Aqui ou acolá.
        Não importam as convenções, importante são as emoções.
       Faça de cada Natal uma linda, única e inesquecível vivência!                                  



6 comentários:

  1. oieee amiga,concordo plenamente ,natal e estar com pessoas amadas nao importa onde .bjs e feliz natal que sei que esse ano vai estar com seua mais queridos

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    1. Obrigada querida Ana! Amei teu comentário. É verdade...nesse ano terei um Natal com meus dois queridos em casa! Beijos

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  2. Respostas
    1. Obrigada por me visitar. Amei! Apareça mais vezes. Beijos

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  3. Super legal esta postagem...adorei! bjsssssss

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    1. Querida Cláudia! Obrigada. Um beijo no teu coração.

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